A tarde desta quinta-feira trouxe à tona um mistério inquietante: nas profundezas de uma trilha que cruza os fundos de um condomínio localizado na BR‑364, um caçador se deparou com o corpo de Kleiton S. B., de 27 anos, morador de Candeias do Jamari, e acionou imediatamente a polícia. A cena — envolta em folhas caídas e silêncio — passou a questionar a tranquilidade do local.
Ao se aproximarem, os investigadores se depararam com um corpo em avançado estado de decomposição. A vítima estava amordaçada com sua própria camisa, um detalhe que intensificou a tensão no ar. Kleiton apresentava dois ferimentos na cabeça — disparos que encerraram sua vida de forma abrupta e violenta.
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O impacto dessa descoberta reverberou não apenas nos arredores, mas também entre familiares e conhecidos, que reconheceram Kleiton e relembraram seu histórico de violência doméstica — um passado que, agora, se mescla com dúvida e dor.
Diante do cenário, a Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCC) assumiu de pronto as investigações, empenhando-se em esclarecer não só o “quem” e o “onde”, mas também o profundo “por quê?” que ronda o crime.
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