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Domingo, 19 de Abril de 2026

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Funcionária é presa por desviar mais de R$ 19 mil de loja para apostar no tigrinho

A proprietária do estabelecimento desconfiou de irregularidades ao perceber que diversas vendas não estavam sendo registradas no caixa da empresa, mesmo após relatos de clientes que afirmaram ter efetuado os pagamentos normalmente.

Rondônia de Fato
Por Rondônia de Fato
Funcionária é presa por desviar mais de R$ 19 mil de loja para apostar no tigrinho
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Uma mulher de 36 anos, identificada como D.S.S., foi presa na última sexta-feira (6) em Porto Velho (RO), após confessar que desviou mais de R$ 19 mil de uma loja de roupas de cama onde trabalhava. Segundo a Polícia Militar, o valor foi utilizado em apostas no jogo online conhecido como “Tigrinho”.

A proprietária do estabelecimento desconfiou de irregularidades ao perceber que diversas vendas não estavam sendo registradas no caixa da empresa, mesmo após relatos de clientes que afirmaram ter efetuado os pagamentos normalmente.

A confirmação veio quando um cliente apresentou comprovante de R$ 998 referente à compra de produtos, mas o valor havia sido transferido para uma conta pessoal da funcionária, via aplicativo Mercado Pago.

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Imagens de câmeras de segurança flagraram a suspeita usando uma maquininha de cartão própria, escondida atrás do balcão. Ela realizava as cobranças aos clientes por meio de seu dispositivo particular, ignorando os terminais oficiais da loja.

Durante a abordagem, D.S.S. admitiu à PM que já havia aplicado o golpe diversas vezes. Um extrato parcial da maquininha revelou os últimos dez pagamentos desviados, somando R$ 19.106,05 entre os dias 22 de maio e 5 de junho. Ela afirmou que o prejuízo pode ser ainda maior, já que a máquina não permite a impressão de registros anteriores.

Para evitar ser flagrada, a mulher desligava o disjuntor da loja durante os pagamentos, sem saber que as câmeras estavam ligadas a um nobreak recém-instalado.

A funcionária foi conduzida à Central de Flagrantes junto com o celular e a maquininha utilizados nas fraudes. A Polícia Civil investiga o caso para apurar o valor total do desvio.

FONTE/CRÉDITOS: Felipe Astor Martins da Costa Nova
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