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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026

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Decisão no STF assegura exploração de diamantes por indígenas Cinta Larga em RO

Uma nova decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, tratou da atividade de garimpagem de diamantes na Terra Indígena Roosevelt, área que abrange Rondônia e parte do Mato Grosso.

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Por Rondônia de Fato
Decisão no STF assegura exploração de diamantes por indígenas Cinta Larga em RO
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Na determinação, o ministro estabeleceu que o povo Cinta Larga deve ser beneficiado pela extração mineral em seu território, reconhecendo direitos constitucionais relacionados ao uso das riquezas existentes na área.

A decisão foi recebida de forma positiva por lideranças indígenas, que destacaram o reconhecimento da autonomia e dos direitos da comunidade que vive nas aldeias.

Cooperativa já existente

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O advogado Marcio Welder, apontado como responsável por atuação jurídica que resultou na decisão favorável, firmou contrato com a Cooperativa de Produção e Desenvolvimento do Povo Cinta Larga RO/MT (Cooperbravo).

Segundo informações divulgadas, o ministro determinou a criação de cooperativa para organizar a exploração dos diamantes. No entanto, a Cooperbravo já estaria constituída há sete anos, fato que, de acordo com o relato, não havia sido informado anteriormente ao magistrado.

A cooperativa é dirigida pelo cacique João Bravo Cinta Larga, liderança que permaneceu na Terra Indígena Roosevelt enquanto outros optaram por residir na cidade.

Denúncia envolvendo outro advogado

Paralelamente, o Blog Entrelinhas, do jornalista Nilton Salina, divulgou vídeo em que um cacique relata que o advogado Irlan Rogério Erasmo da Silva estaria utilizando o nome do procurador federal Reginaldo Trindade para obter acesso a lideranças indígenas e propor assinatura de contratos.

Segundo o conteúdo divulgado, Irlan teria afirmado ser amigo do procurador e que estaria atuando a pedido dele. Também foi mencionado que outros advogados teriam sido incluídos nas tratativas, por meio de substabelecimentos assinados.

As informações envolvem ainda a alegação de que indígenas teriam sido levados a acreditar que Irlan Rogério e Marcio Welder mantinham vínculo profissional ou parceria.

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FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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