O prefeito de Niterói (RJ), Rodrigo Neves (PDT), anunciou na quarta-feira (25/6) que assumirá os custos para o traslado do corpo de Juliana Marins, brasileira encontrada morta após passar quatro dias desaparecida na região de um vulcão na Indonésia.
A informação foi divulgada nas redes sociais pelo próprio prefeito, que relatou ter conversado com a irmã de Juliana, Mariana, oferecendo apoio e comprometendo-se a arcar com as despesas da viagem que trará os restos mortais da jovem de volta ao Brasil.
Natural de Niterói, Juliana teve seu corpo resgatado apenas no dia 25 de junho. O processo de traslado envolve uma série de etapas complexas, incluindo articulações entre autoridades consulares, empresas funerárias especializadas e cumprimento de rígidas normas sanitárias internacionais.
O governo federal informou que não pode custear esse tipo de despesa, já que não há legislação ou verba específica prevista para esse fim. O Itamaraty confirmou ao Metrópoles que "não há base legal nem dotação orçamentária para o Estado custear traslados".
Juliana era publicitária e tinha grande presença digital, com mais de 20 mil seguidores em suas redes. Atuou em empresas do Grupo Globo, como Multishow e Canal Off, além de ser formada em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com especializações em fotografia, roteiro e direção de cinema.
Além da carreira profissional, era também dançarina profissional de pole dance e compartilhava frequentemente registros de suas apresentações artísticas nas plataformas digitais.
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