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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026

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Plano de Contingência sobre Tarifas dos EUA é apresentado a Lula

Brasil busca diálogo para reverter tarifas dos EUA, mas plano para empresas afetadas já está com o presidente.

Rondônia de Fato
Por Rondônia de Fato
Plano de Contingência sobre Tarifas dos EUA é apresentado a Lula
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, o plano de contingenciamento para auxiliar as empresas brasileiras que podem ser afetadas pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que reiterou que o Brasil mantém a prioridade no diálogo para tentar reverter a medida, sem intenção de sair da mesa de negociações.

Detalhes do Plano e Cenários

O plano de contingência foi elaborado em conjunto pelos Ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil. Atualmente, o documento está sob análise de Lula, que tomará uma decisão caso os Estados Unidos não adiem a entrada em vigor da tarifa, prevista para a próxima sexta-feira, 1º de agosto.

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Haddad explicou que os cenários possíveis já foram apresentados ao presidente, mas nenhuma decisão foi tomada, aguardando a definição dos Estados Unidos. O ministro não divulgou detalhes sobre as medidas de socorro contidas no plano.

Prioridade no Diálogo e Esforços Diplomáticos

Apesar da elaboração do plano de contingência, Haddad enfatizou que o governo brasileiro continua priorizando o diálogo com os Estados Unidos. Mais cedo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, havia informado que o governo brasileiro está em conversas “com reserva” com as autoridades estadunidenses.

Haddad reforçou que Alckmin está em “contato permanente e à disposição permanentemente” das autoridades dos EUA. “O foco, por determinação do presidente, é negociar, tentar evitar medidas unilaterais, mas, independentemente da decisão que o governo dos Estados Unidos vai tomar, nós vamos continuar abertos à negociação”, concluiu o ministro da Fazenda.

FONTE/CRÉDITOS: Felipe Astor Martins da Costa Nova
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