O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou nesta segunda-feira (6/10) que deportou 171 ativistas, incluindo a ativista ambiental Greta Thunberg, para a Grécia e a Eslováquia. Os participantes estavam em embarcações da Global Sumud Flotilla, que se dirigiam a Gaza para levar ajuda humanitária.
Segundo o ministério, os deportados são cidadãos de diversos países, incluindo Grécia, Itália, França, Irlanda, Suécia, Polônia, Alemanha, Bulgária, Lituânia, Áustria, Luxemburgo, Finlândia, Dinamarca, Eslováquia, Suíça, Noruega, Reino Unido, Sérvia e Estados Unidos.
Em publicação na rede social X, o órgão afirmou que “todos os direitos legais dos participantes dessa manobra de relações públicas foram e continuarão a ser totalmente respeitados” e descreveu como “notícias falsas” as informações divulgadas pelos ativistas.
O ministério relatou que o único incidente violento envolveu um provocador do Hamas-Sumud que mordeu uma funcionária da equipe médica da Prisão de Ketsiyot.
Entre os detidos estavam brasileiros, incluindo a deputada federal Luizianne Lins (PT), que receberam visita de diplomatas brasileiros. O Ministério afirmou que os brasileiros estão em bom estado de saúde e que alguns demonstraram interesse em aceitar os termos israelenses para facilitar o processo de deportação.
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