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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026

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Eduardo Bolsonaro admite desejo de disputar a presidência em 2026

Em entrevista à Veja, deputado condiciona candidatura a aval do pai, Jair Bolsonaro, e comenta o papel de Michelle e Tarcísio na sucessão da direita

Rondônia de Fato
Por Rondônia de Fato
Eduardo Bolsonaro admite desejo de disputar a presidência em 2026
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) assumiu publicamente, pela primeira vez, a intenção de disputar a Presidência da República em 2026. Em entrevista concedida à revista Veja, Eduardo afirmou que está disposto a concorrer ao cargo mais alto do Executivo, desde que receba o aval de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível.

“Obviamente, se for uma missão dada pelo meu pai, vou cumprir. Inclusive meu nome já figurou em algumas pesquisas, né? Fiquei feliz”, declarou o parlamentar. Apesar da disposição, Eduardo enfatizou que, em um cenário democrático ideal, o próprio Jair Bolsonaro deveria ser o candidato, destacando sua liderança nas pesquisas de intenção de voto.

Eduardo Bolsonaro, que atualmente está nos Estados Unidos, também é alvo de investigação por suposta participação em ações de retaliação contra autoridades brasileiras, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Na entrevista, o deputado ainda comentou sobre outros possíveis nomes da direita para a corrida presidencial. Sobre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou sua competência administrativa: “Tarcísio é um excelente gestor. Mas ele tem dito que o objetivo dele é a reeleição ao governo de São Paulo. Foi um excelente ministro da Infraestrutura”.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também foi citada como possível candidata. Eduardo ressaltou sua boa aceitação entre segmentos importantes do eleitorado: “A rejeição dela é muito baixa. O discurso dela é muito próximo das mulheres e dos evangélicos. Mas é o Jair Bolsonaro, na verdade, quem vai decidir”.

Ele encerrou a entrevista demonstrando esperança em um retorno do ex-presidente à cena eleitoral: “Acredito que há uma chance, que há uma luz no fim do túnel pra gente corrigir a democracia brasileira e conseguir colocá-lo como candidato”.

 
 
 
FONTE/CRÉDITOS: Felipe Astor Martins da Costa Nova
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